A Química das Cores

As informações abaixo (adaptadas) foram retiradas, principalmente, dos artigos:

SILVA, F. M.; WOUTERS, A. D.; CAMILLO, S. B. A. Visualização Prática da Química Envolvida nas Cores e sua Relação com a Estrutura de Corantes. QUÍMICA NOVA NA ESCOLA, n. 29, 2008. Disponível em: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc29/11-EEQ-6606.pdf. Acesso em 18 abr. 2019.

 

VIDAL, R. M. B.; MELO, R. C. A Química dos Sentidos – Uma Proposta Metodológica. QUÍMICA NOVA NA ESCOLA, v. 35, n. 1, p. 182-188, 2013. Disponível em: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc35_3/07-RSA-163-12.pdf. Acesso em: 18 abr. 2019.

Por que essa folha é verde?

Esta figura foi retirada do site http://www.cienciasnatureza.com/

Por que o ouro é amarelo?

Esta figura foi retirada do site https://www.dicionariodesimbolos.com.br/

Para enxergarmos um objeto colorido, este deve ser capaz de absorver a radiação eletromagnética na região visível do espectro eletromagnético, que ocorre na faixa de comprimentos de onda entre 400 e 700 nanômetros, aproximadamente (MINATTI, 2006). A cor observada é a cor complementar à absorvida no espectro.

Espectro eletromagnético

Esta figura foi retirada do site https://www.infoescola.com/

Para enxergar o mundo colorido, necessitamos de luz, que incide sobre as superfícies dos objetos, promovendo fenômenos físicos, como absorção e reflexão da luz, e também fenômenos químicos, como as excitações eletrônicas, nas quais os elétrons, ao serem excitados em um nível maior de energia, absorvem algumas faixas de frequência da radiação luminosa incidente que é depois refletida na forma de cor.

A energia luminosa atinge o nosso sistema ocular promovendo uma série de reações mecânicas nas estruturas que constituem o olho. Segundo Myers (2012), cada estrutura tem uma função específica. Entre elas, podemos citar: a córnea protege o olho e curva a luz; a pupila e a íris são responsáveis pelo controle da entrada de luz e regula sua intensidade; o cristalino ajusta o foco; e por último, a retina se responsabiliza pelas reações químicas por meio da atuação de células especializadas chamadas de cones e bastonetes.

Segundo Solomons (2012), são nos cones e nos bastonetes que se processa a principal reação química que gera sinais que o cérebro posteriormente interpretará como fenômenos visuais. A reação fotoquímica que ocorre é chamada de interconversão de isômeros cis-trans, ou seja, a molécula de cis-retinal se converte em seu isômero trans-retinal. É por meio dessa reação que o sinal é enviado ao cérebro. 

Roda (ou disco) das cores

Fonte: Almeida et al, 2013.

PARA SABER MAIS:

FILGUEIRAS, C. A. L. A ESPECTROSCOPIA E A QUÍMICA DA DESCOBERTA DE NOVOS ELEMENTOS AO LIMIAR DA TEORIA QUÂNTICA. QUÍMICA NOVA NA ESCOLA, Espectroscopia, n. 3, 1996.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ALMEIDA, V. V.; CANESIN, E. A.; SUZUKI, R. M.; PALIOTO, G. F. Análise Qualitativa de Proteínas em Alimentos Por Meio de Reação de Complexação do Íon Cúprico. QUÍMICA NOVA NA ESCOLA, v. 35, N. 1, p. 34-40, 2013. Disponível em http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc35_1/06-EEQ-79-11.pdf. Acesso em 18 abr. 2019.

MINATTI, E. Corantes: a química nas cores. QMCWEB – Revista Eletrônica do Departamento de Química da UFSC. Disponível em: http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/dye/corantes.html. Acesso em 18 abr. 2019.

MYERS, D. Psicologia. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.

SILVA, F. M.; WOUTERS, A. D.; CAMILLO, S. B. A. Visualização Prática da Química Envolvida nas Cores e sua Relação com a Estrutura de Corantes. QUÍMICA NOVA NA ESCOLA, N. 29, 2008. Disponível em: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc29/11-EEQ-6606.pdf. Acesso em 18 abr. 2019.

SOLOMONS, T.W. Química orgânica, v. 1, n. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.

VIDAL, R. M. B.; MELO, R. C. A Química dos Sentidos – Uma Proposta Metodológica. QUÍMICA NOVA NA ESCOLA, v. 35, N. 1, p. 182-188, 2013. Disponível em: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc35_3/07-RSA-163-12.pdf. Acesso em: 18 abr. 2019.

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