Luigi Galvani (1737-1798)

 

Galvani nasceu em Bolonha, na Itália. Além de cientista, ele foi um médico especialista em anatomia, fisiologia e obstetrícia. Sua maior contribuição à ciência foi no campo da eletroquímica, como o descobridor da chamada “eletricidade dinâmica”.


Utilizando rãs recentemente dissecadas, ele tocou dois pontos da musculatura de uma delas com arcos de cobre e ferro, que estavam em contato entre si, observando contrações dos músculos. Pensando como médico, Galvani justificou as contrações com a existência de uma “eletricidade animal”. Suas conclusões foram publicadas em 1791, em um ensaio intitulado "De Viribus Electricitatis in Motu Musculari Commentarius".
 

Suas ideias foram refutadas pelo físico italiano Alessandro Volta, que demonstrou que a perna da rã era simplesmente um condutor de eletricidade e que ela era gerada pelo contato de dois metais com reatividades diferentes.
 

Hoje, alguns termos são derivados do nome de Galvani, como o galvanômetro (aparelho que indica a existência de uma diferença de potencial), a galvanoplastia (recobrimento de objetos metálicos) e as células galvânicas (pilhas).

 

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