Técnicas de Aprendizagem e Memorização

O uso combinado de diferentes mídias no processo de aprendizagem, respeitando as características das linguagens e dos conteúdos, aumenta a probabilidade de aprendizagem por alunos com diferentes estilos de aprender. Além disso, sabe-se que aprendemos: 10% do que lemos; 20% do que ouvimos;  30% do que vemos; 40% do que vemos e ouvimos; 70% do que discutimos com outros; 80% do que experimentamos pessoalmente e 95% do que ensinamos a alguém.

As dicas abaixo foram dadas por Renato Alves, preparador mnemônico e autor do livro “Não Pergunte se Ele Estudou - Como Desenvolver nos Filhos o Interesse e a Motivação nos Estudos”.


• Para consolidar o aprendizado, em sala de aula o aluno deve ser curioso, fazer perguntas, abordar o professor e sair sabendo o conteúdo;

• Reler e pesquisar o conteúdo que foi passado na aula naquele dia ajuda na hora da aprendizagem;

• Uma vez que você assistiu aula e leu um livro, você vai fazer a confirmação e jogar isso para a memória e, mentalmente, repassar o conteúdo. Submeter o conteúdo às nossas três memórias: a memória visual (que fazemos relação com imagens), a auditiva (ler em voz alta, por exemplo) e sinestésica (contar aquilo com gestos e movimentos) é uma ótima forma de estimular a memória;

• Ler e reler são importantes estratégias para a memorização. A primeira é superficial, apenas ajuda a preparar a memória; já a releitura dá início à fixação do conteúdo;

• A concentração é uma função do cérebro que precisa de estímulo. Quanto mais estímulo existir entre aluno e fonte, maior o grau de concentração. Sentar-se na primeira fileira da sala, por exemplo, é um bom incentivo à concentração;

• O cansaço atrapalha na hora da memorização. Melhor do que lutar contra o sono, é descansar. O resultado é sempre melhor quando mente e corpo estão descansados. Mas se não tiver jeito de dormir, uma dica é o estudante ler de pé. Isso inibe o sono;

• Dormir bem à noite ajuda a consolidação de tudo o que foi aprendido durante o dia. O ideal seria que o indivíduo dormisse, pelo menos, oito horas por noite. A alimentação também não pode ficar de lado: quando o estudante pula uma refeição, o metabolismo é reduzido e ele perde a concentração;

• Durante a leitura, o aluno deve resistir à ideia de marcar o texto. Primeiro, é melhor explicar para ele mesmo cada trecho do texto sobre o que o texto fala e só após entender o conteúdo, fazer anotações;

• Resumos e fichamentos são poderosos argumentos para a memória. O ideal é o aluno prestar atenção, fazer a confirmação e, depois de explicar o conteúdo para si mesmo, ele pode escrever. O método deve ser "aula-cérebro-papel";

• O aluno deve abusar de simulados. Testes ajudam a criar memória de longa duração. Quando o aluno faz e refaz exercícios, cria memória de longo prazo. Isso inibe a insegurança na hora de uma prova, por exemplo.

Figura retirada do site http://www.neuropedagogia.org

DEZ ERROS


1 Estudar só o que gosta
2 Deixar dúvidas para trás
3 Mudar muito a alimentação
4 Não parar para descansar
5 Não criar um hábito
6 Estudar com celular na mão
7 Deixar o Facebook aberto
8 Usar estimulantes
9 Usar provas muito antigas
10 Fazer anotações ruins



“O estudante quer absorver todo o conteúdo numa leitura só. A leitura de um texto implica em uma segunda leitura. Essa releitura é que faz o aluno fixar o aprendizado. O erro mais comum é a falta de paciência”, aponta Alves.



Fontes:


1) DORMAN, J. C. Digital storytelling – studants as directors of learning. Disponível em:  http://www.slideshare.net/cliotech/digital‐storytelling‐26161


2)
http://educacao.uol.com.br

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